SEM DEIXAR DE OLHAR, PRINCIPALMENTE ENTENDER.
Muitas vezes eu quis entender o escuro do mundo e somente depois de várias tentativas fui que pude observar que nem tudo necessariamente precisa ser compreendido. Quando estou apto para criar, evito com profundidade o isolamento. Acredito cada vez mais que o ser humano necessita da coletividade, assim com o verão requer chuvas amenizadoras. Meus trabalhos têm muito disso. Gente, causas, sensações e reações. Uma bailarina pode ser tudo, até mesmo uma concepção peculiar do artista com o seu modo de olhar.

Bailarina Negra

Baia da Guanabara Ninguém me V.
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