quinta-feira, 29 de novembro de 2007

BORDADOS E FRAGMENTOS DO BRASIL

COLORIR É COMO GARGALHAR LIVREMENTE.

Certa vez, voltando de Petrópolis olhando montanhas e vales, fui impelido a pensar nas riquezas brasileiras. Quantas cores e nuances envolvem nosso continental país. Tudo é motivador. O verde, o cinzento da paisagem, o azul da distância e o alaranjado das folhas, tudo nos leva a acreditar que vivemos num painel pintado por Deus. Abaixo, dois trabalhos meus que refletem parte do que sinto em ser brasileiro.


BANQUETE NACIONAL



TRAMAS DA INFÂNCIA

CRIAR, PINTAR E SONHAR... REALIZAR-SE

SEM DEIXAR DE OLHAR, PRINCIPALMENTE ENTENDER.
Muitas vezes eu quis entender o escuro do mundo e somente depois de várias tentativas fui que pude observar que nem tudo necessariamente precisa ser compreendido. Quando estou apto para criar, evito com profundidade o isolamento. Acredito cada vez mais que o ser humano necessita da coletividade, assim com o verão requer chuvas amenizadoras. Meus trabalhos têm muito disso. Gente, causas, sensações e reações. Uma bailarina pode ser tudo, até mesmo uma concepção peculiar do artista com o seu modo de olhar.


Bailarina Negra


Baia da Guanabara Ninguém me V.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

SÉRIE FLORES URBANAS - RJ




Saio pela cidade para sentir sua vida e trago comigo as marcas do cotidiano carioca.

OLHA NOS OLHOS, O QUE ELES DIZEM.

CHICO BUARQUE TRAZ NOS OLHOS VERDES OS FARÓIS DO POETA CALCULISTA
Nunca pensei em fotografar o Chico Buarque, mas ao fotografar alguns objetos em casa, descobri os olhos do poeta. É minha homenagem ao pre-poeta.

A CIDADE FALA E NOS QUESTIONA




A BELEZA ESTÁ POR AÍ...
Quem pode olhar e perceber que tudo conspira a nosso favor? As ruas guardam as mais singelas expressões da vida, que pode ser uma pessoa ou um casarão abandonado.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

COPACABANA, A PRINCESINHA DAS ARTES



FABIANO WINDRES COLORIU COPABACANA

Que todo mundo sonha com Copacabana, já sabemos. Que o bairro agrada geral, é sabido por todo o mundo. Novidade mesmo é a exposição que decora o espaço cultural do Forte de Copacabana. Fabiano Windres leva sua arte multicolorida ao encontro do público carioca, deixando transparecer logo de início, que sua arte é para ficar na história. Quem for visitar a exposição, deve ir preparado para o impacto da mensagem advinda. Das cores aos traços, tudo encanta. Impossível não se identificar com a alegria, e a reação que a obra provoca. Windres abre mão dos limites, que são sempre dispensáveis no mundo das artes, para se lançar no universo ilimitado da criação. Escamas, traços, caminhos e pinceladas, permeiam a generosidade do artista. Fugindo da tradição "tela-modura", o artista usa da criatividade para levar o público a reflexão. Telas com colagens colossais revelam um outro lado da escultura. Windres constrói sobre uma tela negra e prata, sua poesia concreta da beleza da mulher batizando-a com o sugestivo título de "Todas as Giseles do Mundo". A exposição conta com curadoria de Georgiana Guinle, que vem a ser irmã do artista plástico Jorge Guinle. Georgiana assina a apresentação de Windres num texto elucidativo para quem quiser conhecer a alma e o mundo do artista.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

EU SEM TINTA MAS COM AFETO

Tenho quase certeza de que meus trabalhos são coerentes com minhas indagações. Raramente encontro no que eu faço, algo que desejo refazer. Isso acontece quando estou triste ou atrasado para fazer alguma tarefa.